Na noite de 15 de outubro, André Eduardo Alves da Silva, suspeito de homicídio qualificado, efetuou disparos contra sua ex-companheira Mayara Stephany Varela de Almeida Sousa, de 30 anos, na região da Candangolândia (DF), deixando-a mortalmente ferida na cabeça e no tórax; a vítima foi socorrida ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), mas veio a falecer na manhã seguinte, enquanto o autor permanece foragido após permanecer no local por intervalo indeterminado antes da fuga.
Apuração Criminal e Contexto da Violência Doméstica
A investigação apurou que o crime ocorreu por volta das 19h20, conforme registro de circuito de segurança residencial que captou o agressor agredindo a vítima com chutes e agarrões antes de desferir tiros com arma de fogo; as imagens, obtidas por câmeras vizinhas, revelam que André, vestido com calça jeans e blusa preta, manteve o celular em mãos durante o intervalo entre a agressão e os disparos, evidenciando possível intenção de documentar ou transmitir o fato.
Conforme histórico judicial, André responde a processo penal instaurado em janeiro de 2024 sob segredo de justiça por violência contra a mulher, injúria e crimes contra a honra, fato que reforça a suspeita de padrões recorrentes de conduta violenta no âmbito do relacionamento anterior à vítima.
O suspeito permanece foragido após atirar na ex-companheira na cabeça e no tórax na noite de 15/10, em Candangolândia (DF).
Repercussão Institucional e Desdobramentos Jurídicos
A Polícia Civil do Distrito Federal acionou protocolos de busca e apreensão para localizar André Eduardo Alves da Silva, que integra o caderno de procura com número prioritário devido ao histórico de reincidência em casos de violência doméstica; ao mesmo tempo, o Ministério Público Federal requisitou medida cautelar para apreensão de bens que possam obstruir eventual processo.



