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Polícia

TRT 12ª retira nome de esposa de magistrado da lista suja de trabalho escravo após anulação de auto de infr..

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 36 min
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TRT 12ª retira nome de esposa de magistrado da lista suja de trabalho escravo após anulação de auto de infr..
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região anulou o processo que confirmava o auto de infração lavrado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) contra Ana Cristina Gayotto de Borba, esposa do desembargador Jorge Luiz de Borba, por suposta violação à Lei Federal nº 12.845/2013 (Trabalho Escravo), com base em decisão que privilegiou questão processual sobre ampla defesa
  • Sônia Maria de Jesus, resgatada em junho de 2023 aos 50 anos, trabalhava desde os 9 anos na residência da família Borba em Florianópolis, sem carteira de trabalho, salário ou direitos trabalhistas básicos, conforme constatado pela operação conjunta de fiscalização do Ministério do Trabalho, MPT e Justiça Federal
  • A anulação do auto de infração suspendeu temporariamente a tramitação da Ação Civil Pública do Ministério Público do Trabalho (MPT) sobre o caso, que analisa a caracterização do trabalho análogo à escravidão e aguarda decisão sobre reconhecimento de maternidade e paternidade socioafetiva envolvendo Sônia Maria
Resumo Editorial

O TRT 12ª suspendeu a ação civil pública que analisava o trabalho análogo à escravidão envolvendo Sônia Maria de Jesus após anular a infração contra sua empregadora, Ana Cristina Gayotto de Borba.

O Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região anulou, em decisão proferida em maio deste ano, o auto de infração lavrado pelo Ministério do Trabalho e Emprego contra Ana Cristina Gayotto de Borba, esposa do desembargador Jorge Luiz de Borba, por suposta violação à Lei Federal nº 12.845/2013 (Trabalho Escravo), suspendendo temporariamente a tramitação da Ação Civil Pública do Ministério Público do Trabalho que analisa a caracterização do trabalho análogo à escravidão envolvendo a trabalhadora resgatada Sônia Maria de Jesus, cuja situação extrema foi constatada durante operação conjunta realizada em junho de 2023.

Contexto Institucional e Antecedentes da Apuração

Ponto de Destaque

Sônia Maria viveu mais de 40 anos em condições análogas à escravidão sem direitos trabalhistas básicos em residência oficial vinculada ao Judiciário catarinense.

Repercussão Jurídica e Desdobramentos Imediatos

Atenção / Ponto Crítico
A permanência da trabalhadora sob condições irregulares sem regularização imediata pode acarretar sanções administrativas acumulativas e responsabilização solidária dos familiares diretos envolvidos no beneficiício indevido.

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