Em 2026, o colapso da FTX, maior exchange de criptomoedas do mundo em 2022, reafirma a vulnerabilidade do setor diante da ausência de proteção institucional, como o FGC, e evidencia a crítica necessidade de avaliação rigorosa das instituições por investidores.
Contexto Institucional e Histórico da Crise Cripto
Dados da BlockVerify revelam que 301 empresas faliram até setembro de 2026, somando 800 entre 2020 e 2022, evidenciando uma tendência crescente de colapsos no mercado cripto após o 'inverno' de desvalorização.
A ausência de garantia do FGC para ativos mantidos em exchanges expõe os corretores à jurisdição própria e aos riscos de falência, conforme destacado por Thiago Godoy, que orienta a escolha por instituições consolidadas com histórico sólido de atuação.
Mais de 800 empresas faliram no mercado cripto entre 2020 e 2026, segundo dados da BlockVerify.
Repercussão Jurídica e Estratégias de Sobrevivência
A Justiça já acolheu pedidos de recuperação judicial da FTX e outras plataformas, reforçando a dependência dos recursos dos contratos firmados com os usuários e a ausência de proteção legal específica para criptoativos.
Investidores são incentivados a priorizar corretoras com anos de operação e transparência regulatória, evitando exposição a riscos sistêmicos em mercados voláteis sem mecanismos de proteção institucional.



