Carregando...
Voltar para a página inicial
Polícia

PM é denunciado por matar desarmado em perseguição; gritava 'vão morrer'

PorGiovanna SfalsinVerificadoOrtografia IAPublicado Há 46 min
Ouvir NotíciaRecurso Beta

Locução neural da Yumi IA em português

0:000:00
PM é denunciado por matar desarmado em perseguição; gritava 'vão morrer'
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou o policial militar Vinicius Vieira Moraes por matar Eduardo de Castro Ornellas, que estava desarmado e fugia a pé durante perseguição em São Gonçalo (RJ), em 24/8
  • O crime ocorreu em 31 de maio, quando Eduardo, motociclista com namorada, caiu após perder o controle da moto e foi perseguido a pé, sendo baleado duas vezes pelo policial
  • Vinicius poderá responder por homicídio qualificado e emprego de arma de fogo de uso restrito, e foi afastado cautelarmente das atividades operacionais armadas
Resumo Editorial

O policial militar Vinicius Vieira Moraes, já afastado cautelarmente, é formalmente denunciado por homicídio qualificado e uso de arma restrita após matar Eduardo de Castro O rnellas, 32 anos, desarmado durante fuga a pé em São Gonçalo.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) formalizou denúncia contra o policial militar Vinicius Vieira Moraes por homicídio qualificado e emprego de arma de fogo de uso restrito, após o fatal disparo que vitimou Eduardo de Castro O rnellas, 32 anos, durante perseguição a pé em São Gonçalo (RJ), em 31 de maio; o agente encontra-se afastado cautelarmente das atividades operacionais armadas, conforme comunicado oficial da instituição.

Apuração e Contexto da Investigação

O Gaesp/MPRJ reuniu evidências periciais, imagens de câmeras de segurança e depoimentos testemunhais que comprovam a desarmament da vítima e a ausência de ameaça iminente à integridade policial no momento dos disparos, os quais ocorreram enquanto Eduardo fugia a pé após queda de moto, sendo atingido duas vezes — o segundo tiro, efetuado às costas, resultou em óbito imediato.

Conforme registro da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, a denúncia foi protocolada na última segunda-feira (24/8), após investigação que apurou que o policial teria confundido um aparelho eletrônico preso à cintura da vítima com arma de fogo, justificativa rejeitada pelas evidências periciais que atestam a impossibilidade técnica de tal identificação sob condições reais de tensão operacional.

Ponto de Destaque

O policial militar admitiu ter efetuado dois tiros, alegando erro na identificação de um celular como arma, mas as perícias confirmam que a vítima estava desarmada e fugia quando baleada.

Repercussão Institucional e Desdobramentos Jurídicos

O MPRJ destacou que a conduta configura homicídio qualificado por motivo fútil e uso de arma de fogo restrita, crimes previstos nos artigos 121 e 24 da Lei nº 10.826/2003, com pena máxima de 30 anos de reclusão e aperto de fiança não visível em caso de reincidência.

A corporação militar, representada pelo comando-geral do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar do Rio de Janeiro, aguarda posicionamento oficial sobre o afastamento cautelar e eventuais medidas disciplinares internas, enquanto o Ministério Público solicita a abertura formal de processo para apuração completa do caso.

Atenção / Ponto Crítico
O processo encontra-se em fase de instrução; eventual condenação implicará suspensão definitiva do cargo e inelegibilidade para cargos públicos por até oito anos.

Verificação Editorial Giro Mix News

Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.

Conhecer Yumi IA →
Feedback anônimo dos leitores

Notícias Relacionadas

RÁDIO WEB

GiroMix Rádio