O governador eleito do Pará, Daniel Santos (Podemos), encontra-se em fase avançada de avaliação de novos nomes para compor o Executivo estadual, com previsão de efetivação das nomeações a partir de janeiro de 2027, após o término do processo eleitoral de 2026 e a consolidação dos resultados definitivos.
Contexto Político e Estrutura de Transição no Governo Estadual
A apuração jornalística revela que as possíveis indicações para cargos no governo de Daniel Santos incluem os deputados estaduais Alexandre Gomes e Rui Begot, ambos filiados ao Podemos, além do suplente Pará Paulino, com potencial impacto na composição da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), inclusive com a hipótese de entrada do político João Salame em seu lugar.
Essas movimentações fazem parte das negociações em curso para a formação da equipe técnica e administrativa que assumirá o governo em 2027, num cenário de transição que ainda não conta com confirmações oficiais, embora já se tenha consolidado uma série de especulações divulgadas anteriormente pelo Estado do Pará O nline.
O governador eleito do Pará, Daniel Santos, analisa novas nomeações para o Executivo estadual com foco em parlamentares do Podemos e no dirigente municipal Alex Hage, preso por posse ilegal de material de campanha em outubro de 2026.
Repercussões Jurídicas e Desdobramentos na Gestão Estadual
A eventual nomeação de Alexandre Gomes e Rui Begot para secretarias ou órgãos do Executivo pode gerar reestruturação na Alepa, com consequências para a representação partidária e para a dinâmica política interna do legislature paraense, especialmente se houver abertura de vagas para suplentes como Pará Paulino ou João Salame.
A indicação de Alex Hage, presidente municipal do Podemos em Ananindeua, para a direção-geral da Adepará, após sua prisão por infração eleitoral em outubro de 2026, ainda não foi confirmada, mas desponta como um dos pontos mais polêmicos da formação da equipe.



