Pela terceira consecutiva, o atacante Julián Álvarez ausentou-se dos treinamentos do Atlético de Madrid, após a apresentação de atestado médico que atesta depressão profunda, segundo apuração da rede Cope, enquanto o técnico Diego Simeone reiterou o compromisso institucional em preservar o bem-estar do jogador e assegurar sua permanência no elenco.
Contexto Institucional e Desafios Psicológicos no Ambiente Atlético
A ausência de Julián Álvarez nos três últimos treinos do Atlético de Madrid evidencia um descompasso entre as expectativas táticas do clube e a condição psicossocial do atleta, conforme revelado por documentos médicos encaminhados à imprensa espanhola pela agência Cope, que confirmam diagnóstico de depressão profunda sem previsão imediata de retorno ao gramado.
O episódio se insere no cenário conturbado vivido pelo colchonero após a frustrada tentativa de transferência para o Barcelona, cujas conversas avançadas geraram desgaste entre o jogador e a diretoria, além de provocar reações negativas da torcida, que chegou a organizar manifestações pedindo sua rescisão imediata.
Julián Álvarez permanece fora dos treinamentos há três dias consecutivos, com atestado médico que confirma depressão profunda, segundo a Cope.
Repercussão Técnica e Perspectivas de Reintegração
O treinador Diego Simeone posicionou-se como principal defensor da manutenção do atleta, argumentando que Álvarez é essencial para o esquema tático do Atlético e que a instituição não pretende rescindir seu contrato sob qualquer circunstância.
Com base na declaratória oficial proferida em coletiva de imprensa na sexta-feira, o técnico afirmou que a prioridade é a recuperação integral do jogador, garantindo apoio total para que retorne ao desempenho competitivo e reconquiste a aceitação da torcida.



