Na Zona Norte de São Paulo, a esposa de Lito Sousa, Mila Seidl, conduziu com sobriedade e respeito o pedido de que o velório do marido, falecido aos 59 anos em decorrência da rara e progressiva doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), seja realizado com restrição fotográfica para preservar a imagem de seu filho de sete anos, enquanto o PAMA, localizado em Santana, abre suas portas ao público entre 9h e 12h para a despedida.
Contexto Pessoal e Familiar da Perda
A família Sousa vive um momento de profunda comoção após a morte de Joselito Geraldo de Sousa, conhecido como Lito Sousa, ex-piloto e influenciador digital, vítima da neurodegenerativa síndrome de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), diagnosticada há meses e cuja evolução clínica foi meticulosamente preservada longe dos holofotes midiáticos, conforme atestado pela dinâmica reservada da doença e pelas escolhas conscientes da família para proteger a imagem do filho menor.
A publicação nas redes sociais da viúva, Mila Seidl, revelou não apenas agradecimento às manifestações de carinho e orações recebidas durante o período de luto, mas também um apelo direto contra a circulação de imagens durante o velório, justificando que 'tudo que cai na internet não sai nunca mais' e que seu filho merece preservar uma lembrança íntegra do pai, livre da exposição prematura.



