Na noite de sábado, 10 de outubro, durante a tradicional Trasladação do Círio de Nazaré em Belém, a artista Gaby Amarantos prestou homenagem à Nossa Senhora de Nazaré em evento que integrou o projeto Laje da Naza, iniciativa que reúne artistas e públicos LGBTQIA+ em celebração que articula música, cultura paraense e fé, enquanto uma camisa comemorativa inspirada no movimento arquitetônico 'Raio que o Parta' foi lançada como novidade no Edifício Manoel Pinto, marco do encontro entre identidade religiosa e expressão urbana.
Contexto Histórico e Artístico da Laje da Naza
A terceira edição da Laje da Naza, projeto criado de forma espontânea quando Gaby Amarantos e seu pai distribuíram água aos romeiros nas ruas durante o Círio de Nazaré, consolidou-se como espaço inclusivo que acolheu artistas e públicos historicamente marginalizados, incluindo pessoas LGBTQIA+, sob a organização de manifestações religiosas que marcam a agenda cultural de Belém.
O evento ocorreu no Edifício Manoel Pinto, ícone da arquitetura belenense, onde a programação paralela do Círio manteve vínculo com as tradições religiosas ao mesmo tempo em que promovia diálogos sobre identidade, esperança e resistência social.
Durante a Trasladação do Círio de Nazaré, Gaby Amarantos reuniu milhares de romeiros em celebração que conjugava fé, arte e pertencimento em um dos eventos religiosos mais relevantes do Norte do Brasil.
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Repercussão Institucional e Perspectivas Futuras.
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As manifestações oficiais destacaram a importância do projeto Laje da Naza como exemplo de resistência cultural e inclusão social dentro das dimensões religiosas do Círio, com a Secretaria de Cultura de Belém reconhecendo seu papel na ampliação do acesso à celebração sagrada para grupos historicamente excluídos., A continuidade do projeto no Edifício Manoel Pinto e o lançamento da camisa comemorativa reforçam o compromisso com a preservação da memória arquitetônica local e com a construção de narrativas que unem fé, arte e identidade periférica em pautas cada vez mais representativas.
A qualquer rompimento da corda de trasladação durante a procissão, o organizador deverá suspender imediatamente as atividades e aguardar orientação técnica da fiscalização religiosa para garantir segurança aos participantes.



