A indefinição sobre o fechamento da Curuzu para as obras de recuperação do gramado, que pode implicar interdição do estádio por até três meses, mantém o Paysandu em situação de incerteza quanto ao local da próxima partida da equipe sub-20, após a conquista da vaga nas quartas de final da Copa do Brasil Sub-20.
Contexto Institucional e Antecedentes da Indecisão
A diretoria do Paysandu, sob a liderança do presidente Márcio Tuma, mantém postura cautelosa diante da necessidade de realizar intervenções estruturais no gramado da Curuzu, palco tradicional do clube desde sua fundação em 1952, com a previsão de paralisação das atividades por período que pode se estender até o limite máximo de três meses, segundo laudo técnico divulgado pela comissão responsável pela manutenção dos equipamentos esportivos.
Diante dessa indefinição, a comissão técnica analisa alternativas viáveis para garantir a continuidade do calendário competitivo das categorias de base, especialmente após a vitória por 2 a 0 sobre o América-RN, que assegurou à equipe sub-20 a classificação para as quartas de final da Copa do Brasil Sub-20, com o duelo decisivo marcado para o dia 28 deste mês.
A interdição prevista para as obras na Curuzu pode deixar o estádio sem receber partidas por até três meses, adiando o retorno às atividades apenas em fevereiro de 2027.
Repercussão Jurídica e Desdobramentos Estratégicos
O presidente Márcio Tuma reiterou que a diretoria segue em análise constante sobre a viabilidade de manter ou suspender as atividades na Curuzu, enfatizando que 'ainda não tem nada certo', em entrevista concedida à imprensa, sem confirmar sequer a possibilidade de utilizar o Mangueirão como alternativa para os jogos da base.
Caso o fechamento seja efetivado, o calendário da equipe sub-20 sofrerá impactos significativos, com possibilidade de adiamento dos duelos decisivos contra Palmeiras ou Botafogo para fevereiro de 2027, dependendo da definição final sobre o cronograma das obras e da liberação do estádio.


