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Após "Exército do Lula", apoiadores de Paes lançam "Exército do Dudu"

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 20:24
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Após "Exército do Lula", apoiadores de Paes lançam "Exército do Dudu"
Fatos Rápidos da Notícia
  • Após a mobilização nas redes sociais em torno do canal “Exército do Lula”, apoiadores de Eduardo Paes (PSD) passaram a divulgar o “Exército do Dudu” no WhatsApp.
  • A mobilização ocorre em meio à disputa judicial sobre a exclusão dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos), que levou a Justiça Eleitoral a declarar Douglas Ruas (PL) eleito no primeiro turno.
Resumo Editorial

Após a mobilização nas redes sociais em torno do canal “Exército do Lula”, apoiadores de Eduardo Paes (PSD) passaram a divulgar o “Exército do Dudu” no WhatsApp.

Após a mobilização nas redes sociais em torno do canal “Exército do Lula”, apoiadores de Eduardo Paes (PSD) passaram a divulgar o “Exército do Dudu” no WhatsApp.

A mobilização ocorre em meio à disputa judicial sobre a exclusão dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos), que levou a Justiça Eleitoral a declarar Douglas Ruas (PL) eleito no primeiro turno.

Em 14 de outubro, o diretório nacional do PSD (Partido Social Democrático) protocolou uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) para restabelecer o segundo turno entre Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) na disputa pelo governo do Rio de Janeiro. O partido pedia uma decisão urgente para que a votação ocorresse no dia do segundo turno, nesse domingo (25), o que não aconteceu.

Caso não fosse possível realizar a votação no mesmo dia do segundo turno, o partido pedia, como alternativa, que o TSE marque o eventual segundo turno do Rio de Janeiro em outra data, antes da diplomação ou da posse.

A legenda questionou a exclusão dos votos de Garotinho do cálculo que define a necessidade de uma segunda etapa. A anulação desses votos fez Ruas ultrapassar a metade dos válidos e vencer a eleição no primeiro turno.

O PSD pediu a "contabilização dos votos atribuídos a candidato que, mesmo inelegível, tenha participado regularmente do processo eleitoral, excluídos da base de cálculo para a definição da realização de segundo turno somente os votos nulos e brancos".

"A anulação superveniente do voto pode atingir seus efeitos em favor do candidato; não pode transformar retroativamente uma escolha política validamente manifestada nas urnas em ausência de escolha", disse o partido.

O PSD também argumentou que a divulgação inicial de um segundo turno criou uma expectativa legítima para os eleitores. Por isso, defende que a decisão posterior sobre a candidatura de Garotinho não poderia eliminar essa etapa.

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