O senador e candidato à Presidência pela aliança Política Liberal, Flávio Bolsonaro, reafirmou que o patrocínio de R$ 61 milhões do Banco Master, controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, destinado à produção cinematográfica "Dark Horse", não configura irregularidade, ressaltando que a operação foi integralmente privada e isenta de recursos públicos ou incentivos fiscais como os previstos na Lei Rouanet.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
A apuração jornalística confirmou que o valor mencionado foi captado exclusivamente por meio de recursos privados do Banco Master, sem qualquer repasse de verbas governamentais ou utilização de fundos públicos, conforme declarado em entrevista ao programa Domingo Espetacular, exibido no domingo (30), e reiterada durante a sabatina do Jornal Nacional, realizada na sexta-feira (28).
As discussões em torno da captação surgem em um cenário político marcado por intensas negociações sobre o financiamento cultural e a relação entre o Executivo e instituições financeiras privadas, com o senador destacando seu compromisso em defender o sistema PIX como expressão da soberania nacional durante sua próxima viagem aos Estados Unidos.
O patrocínio de R$ 61 milhões do Banco Master para o filme "Dark Horse" foi declarado integralmente privado e isento de qualquer indício de recurso público ou irregularidade.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
Em resposta à controvérsia, Flávio Bolsonaro classificou o caso como "um livro fechado", afirmando que a prestação de contas foi encaminhada à Justiça e as perícias técnicas não identificaram indícios de desvio ou uso indevido de recursos, reforçando a legitimidade da operação diante da sociedade e dos órgãos fiscalizadores.
O senador também criticou a atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação ao mesmo banco, questionando a coordenação entre a Presidência e o Banco Central em decisões estratégicas que envolvem instituições privadas com grande impacto no setor cultural e financeiro.



