A pesquisa Vox Brasil, encomendada pela instituição e registrada no TSE sob o número BR-04332/2026, revelou, neste domingo (18/10), empate técnico no cenário eleitoral para o segundo turno das eleições presidenciais, com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente tecnicamente com 46,4% dos votos estimulados, contra 44,6% de Flávio Bolsonaro (PL), em amostra de 2.100 eleitores com 16 anos ou mais apurada entre 15 e 17 de outubro, com margem de erro de 2,15 pontos percentuais a 95% de confiança.
Contexto Institucional e Metodologia da Pesquisa Eleitoral
A pesquisa Vox Brasil, encomendada pela instituição e registrada no TSE sob o número BR-04332/2026, foi conduzida entre os dias 15 e 17 de outubro com amostra de 2.100 pessoas com 16 anos ou mais e margem de erro de 2,15 pontos percentuais a 95% de confiança, confirmando o empate técnico entre Lula (PT), com 46,4%, e Flávio Bolsonaro (PL), com 44,6%, no cenário estimulado para o segundo turno.
O s resultados também indicam que uma parcela significativa dos eleitores manifestou não voto em nenhum dos dois candidatos principais, reforçando a volatilidade do eleitorado e a necessidade de análise aprofundada dos fatores que podem inclinar a balança em um pleito extremamente equilibrado.
O empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro persiste com diferença de apenas 1,8 pontos percentuais na intenção de voto estimulada.
Repercussão Política e Estratégias de Atuação no Segundo Turno
A campanha de Lula mobilizou aliados institucionais como a O NU, a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal para contestar alegações de abuso de poder por parte da Meta, enquanto o candidato do PL conta com apoio estratégico do ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do próprio Skaf, que triplicou o aporte da Fiesp para impulsionar conteúdos contrários ao petista.
Especialistas apontam que o movimento 'Exército de Lula veste amarelo' representa uma tentativa de reconexão com simbologia nacionalista, enquanto a pré-candidatura de Janones ganha visibilidade sob o comando do movimento Bites, sinalizando uma nova configuração de alianças no cenário político.



