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Política

Associação de Defesa da População Negra aciona Justiça Federal contra livro que difama Nossa Senhora Aparecida

PorMatheus LeitãoVerificadoOrtografia IAPublicado Há 48 min
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Associação de Defesa da População Negra aciona Justiça Federal contra livro que difama Nossa Senhora Aparecida
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Associação Protetora dos Desvalidos ajuizou ação na Justiça Federal contra o e-book Bomba – A Verdade Pode Ser Explosiva, assinado pelo advogado Hédio Silva Jr., por promover incitação e indução à discriminação religiosa
  • O livro, de autoria do pastor J. B. Carvalho, que é ligado ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, questiona a condição de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil e afirma que a Igreja Católica é 'totalmente pagã'
  • A petição cita o artigo 20 da Lei nº 7.716/1989 e procura a interrupção imediata da divulgação do e-book com base em alegações de violação à liberdade religiosa e risco de discriminação e violência contra seguidores católicos
Resumo Editorial

Ação cautelar busca suspender e-book que difama Nossa Senhora Aparecida, sob risco de violação à liberdade religiosa e à ordem pública.

A Associação Protetora dos Desvalidos ingressou com ação cautelar na Justiça Federal para suspender a divulgação do e-book Bomba – A Verdade Pode Ser Explosiva, escrito pelo pastor J. B. Carvalho e assinado pelo advogado Hédio Silva Jr., sob alegação de incitação à discriminação religiosa e violação ao artigo 20 da Lei nº 7.716/1989, que protege a liberdade de crença em um país plural e multirreligioso.

Contexto Jurídico e Antecedentes da Ação Cautelar

Ponto de Destaque

O livro afirma que Nossa Senhora Aparecida e a Virgem Maria seriam 'figura demoníaca' e 'braço direito de satanás', termos que configuram incitação à discriminação religiosa segundo a Lei nº 7.716/1989.

Repercussão O ficial e Cenários Futuramente Previsíveis

Atenção / Ponto Crítico
A decisão sobre a liminar deve ser proferida em até 30 dias, sob pena de manutenção da obra em circulação e exposição contínua a riscos de violação à ordem pública e aos direitos religiosos.

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