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Polícia

Coordenador do Colégio Militar do Tocantins Suspeita de Castigos Físicos e Degradação a Alunos, MP Insta In..

PorO AntagônicoVerificadoOrtografia IAPublicado Há 43 min
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Coordenador do Colégio Militar do Tocantins Suspeita de Castigos Físicos e Degradação a Alunos, MP Insta In..
Fatos Rápidos da Notícia
  • Um coordenador do Colégio Militar do Estado do Tocantins, Unidade XX Duque de Caxias, é suspeito de aplicar castigos físicos, agressões verbais e tratamento degradante a alunos
  • A unidade, localizada no distrito de Taquaruçu, em Palmas, foi inaugurada em 2021 com capacidade para cerca de 500 alunos
  • O Ministério Público do Tocantins instaurou inquérito civil após denúncia registrada em 14 de maio de 2026 e determinou o envio dos autos à Corregedoria da Polícia Militar
Resumo Editorial

O Ministério Público investiga o coordenador do Colégio Militar do Tocantins por supostos castigos físicos e degradação a alunos, violando o ECA.

No distrito de Taquaruçu, em Palmas, o Colégio Militar do Estado do Tocantins – Unidade XX Duque de Caxias, instituição vinculada à Polícia Militar e inaugurada em 2021 com capacidade para aproximadamente 500 alunos, vive intensa apuração por parte do Ministério Público do Tocantins (MPTO), que instaurou inquérito civil após denúncia anônima registrada em 14 de maio de 2026 referente a supostas práticas disciplinares consideradas degradantes e violentas contra estudantes.

Apuração e Contexto das Denúncias

A investigação coordenada pela 10ª Promotoria de Justiça da Capital, sob supervisão da Corregedoria da Polícia Militar, concentra-se na conduta do coordenador do colégio, cujo comportamento teria sido apontado por estudantes como envolvimento em castigos físicos, agressões verbais e submetimento a atividades degradantes, como o transporte forçado de madeira e tijolos pelo pátio da unidade.

Segundo os registros documentais enviados pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e pela Superintendência Regional de Educação, os episódios teriam ocorrido durante punições coletivas aplicadas aos alunos após o não uso do uniforme oficial em um evento escolar, configurando possível violação ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no qual são vedadas práticas que impliquem violência física ou tratamento humilhante.

Ponto de Destaque

Mais de 500 jovens matriculados em uma instituição militar sob investigação por suposto tratamento degradante e punições corporais proibidas pelo ECA.

Repercussão Institucional e Desdobramentos Jurídicos

O Ministério Público determinou que a Corregedoria da Polícia Militar analise as circunstâncias e adote as medidas disciplinares cabíveis ao servidor suspeito, bem como avalie a eficácia das normas internas de disciplina da unidade escolar.

A Seduc aguarda posicionamento da direção do colégio para comprovar se foram realizados acompanhamentos psicológicos e pedagógicos aos alunos afetados, enquanto o prazo de dez dias úteis para apresentação de plano de adequação das normas disciplinares à legislação vigente se aproxima.

Atenção / Ponto Crítico
A Corregedoria da PM tem prazo legal para concluir a apuração e aplicar sanções administrativas que possam incluir suspensão ou demissão do coordenador.

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