O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta sexta-feira (26), aviso de onda de calor que se estenderá por cinco dias consecutivos, com término previsto para a próxima quarta-feira (30), atingindo áreas estratégicas do Centro-O este, Sudeste e Sul do Brasil, onde as temperaturas máximas deverão ultrapassar em mais de 5 °C a média climatológica, configurando risco à saúde da população e demandando medidas de prevenção emergenciais.
Contexto Institucional e Antecedentes Meteorológicos da O nda de Calor
A publicação do alerta pelo Inmet, órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, baseia-se em dados coletados por estações automatizadas e satélites meteorológicos espalhados pelo território nacional, que apontam para a formação de um redemoinho de baixa pressão localizado entre o norte da Argentina e o Paraguai, cujo fluxo concêntrico arrasta ar quente do Norte em direção ao Sul, intensificando a subsidência atmosférica que eleva as temperaturas superficiais.
O fenômeno, que se prevê se agravar até o domingo (27) e segunda-feira (28), com marcas de 41 °C em Cuiabá (MT) e 40 °C em Campo Grande (MS), representa um dos episódios mais intensos dos últimos anos para as regiões Centro-O este, Sudeste e Sul, demandando a mobilização de serviços de saúde pública, energia elétrica e vigilância civil para mitigar os impactos sobre a população vulnerável.
A temperatura máxima prevista atinge 41 °C em Cuiabá no domingo (27) e na segunda-feira (28), superando a média climatológica em mais de 5 °C.
Repercussão O ficial e Diretrizes de Ação Imediata
O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária, recomendou a adoção de medidas preventivas como hidratação frequente, evitar exposição direta ao sol entre 10h e 16h e monitoramento de sinais de insolação, especialmente entre idosos, crianças e pacientes com doenças crônicas.
As concessionárias de energia elétrica reforçaram o reforço nos protocolos de manutenção preventiva das linhas de transmissão para evitar sobrecargas decorrentes do aumento do consumo de ar-condicionado, enquanto os governos estaduais anunciaram a criação de centros de apoio com água potável gratuita nas capitais mais afetadas.



