Após a eliminação do Platense nas quartas de final da Copa Libertadores da América, em 15 de setembro, torcedores argentinos invadiram o campo do Estádio Ciudad de Vicente Lopez, onde confrontaram jogadores do Fluminense e saquearam faixas das torcidas organizadas, gerando caos durante a partida que terminou com vitória por 2 a 1 do time local.
Contexto Histórico e Desempenho da Partida
A apuração aponta que o confronto ocorreu imediatamente após o apito final da partida, em que o Platense, treinado por Jorge Almirón, superou o Fluminense com gols de Lucas Romero aos 39 minutos do primeiro tempo e de Juan Ramos aos 68, enquanto o Tricolor descontou com gol de Germán Cano aos 75 minutos.
O episódio se insere em um contexto de rivalidade histórica entre os clubes, agravado pela classificação inédita do Fluminense para as semifinais da Libertadores, já que a derrota consolidou o placar agregado de 4 a 2 — 2 a 1 na ida no Maracanã e 2 a 1 nesta terça — e manteve viva a expectativa pela revanche entre Palmeiras e LDU.
O Platense derrotou o Fluminense por 2 a 1 em campo, apesar da eliminação das quartas de final da Libertadores.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Futuro
A Conmebol e o Ministério da Justiça argentino acionaram investigações para apurar os atos de invasão e agressão física contra jogadores do Fluminense, com possibilidade de sanções que incluem multas, interdição de estádios e até rebaixamento do Platense na próxima temporada nacional.
O clube argentino já manifestou-se por meio de nota oficial afirmando que as ações dos torcedores 'não representam a imagem institucional da instituição', enquanto o Fluminense deve protocolar reclamação formal à Conmebol para garantir indenização e salvaguarda de seus atletas.



