No dia 21 de setembro, o dólar registrou queda de 0,50%, encerrando a sessão em R$ 5,13, em movimento que reflete modesto apetite ao risco por parte dos investidores e estabilização das expectativas em torno da política monetária americana e das relações internacionais, especialmente após novos indícios de diálogo entre os presidentes dos Estados Unidos e da China.
Contexto Institucional e Movimentações de Mercado
O dólar encerrou a semana com leve retração de 0,50% frente ao real, cotado a R$ 5,13, após variação marginal de +0,13% (R$ 5,14) no dia 18/9, segundo os dados do mercado cambial. A estabilidade observada reflete um ambiente de cautela moderada, impulsionada por fatores externos, como a continuidade da queda dos preços do petróleo — Brent fechou em US$ 100,96 (2,80%) e WTI em US$ 97,95 (2,95%) —, além da expectativa de encontro entre Donald Trump e Xi Jinping em 24/9 para discutir pontos sensíveis como tarifas e inteligência artificial.
Antecedentes recentes indicam que a combinação de estabilidade geopolítica provisória e ajustes nas projeções macroeconômicas internas tem direcionado os fluxos financeiros. O Boletim Focus do Banco Central revelou revisão na trajetória da Selic para o fim de 2026, reduzida de 13,75% para 13,50%, ao mesmo tempo em que o IPCA subiu ligeiramente de 4,90% para 4,92% em sua estimativa anual.
O dólar encerrou a sessão cotado a R$ 5,13, marcando queda de 0,50% frente ao real neste dia útil.



