Na manhã de quarta-feira (9), a Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou a O peração Anjo Caído, com mandados de busca e apreensão cumpridos pela DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos) em cinco residências localizadas nos bairros de Campo Grande e Cosmos, na zona O este da capital, visando desmantelar rede clandestina de divulgação e comercialização de medicamentos abortivos por meio de redes sociais e aplicativos de mensagem.
Contexto Institucional e Procedimentos Investigativos da O peração
A investigação, coordenada pela DRCI, teve início a partir de informações de inteligência que identificaram perfis digitais responsáveis pela divulgação e comercialização ilícita de substâncias abortivas, com foco em canais fechados onde o produto era oferecido sob sigilo.
As buscas, realizadas sob supervisão operacional da Carolina Figura Figueiredo, objetivaram localizar dispositivos eletrônicos, mídias digitais e documentos que comprovassem a estrutura organizacional do grupo e a participação individual dos investigados no esquema criminoso.
Cinco endereços foram alvos da operação que desmantelou rede nacional de comercialização clandestina de medicamentos abortivos com alcance digital em redes sociais.
Repercussão O ficiosa e Desdobramentos Jurídicos Imediatos
A Polícia Civil formalizou representação à Justiça para solicitar a abertura de inquérito penal com base nos crimes apurados: incitação ao crime, apologia à prática ilícita, falsificação e adulteração de produtos destinados a fins terapêuticos, previstos no Código Penal e na Lei nº 13.719/2018.
As medidas adotadas visam garantir a responsabilização dos autores e coautores, com possibilidade de aplicação de sanções penais rigorosas, incluindo prisão preventiva e multas contratuais, além de intimidação aos plataformas digitais utilizados na operação.



