A influenciadora Maya Massafera foi internada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no dia 30 de agosto de 2025 após sofrer um princípio de acidente vascular cerebral (AVC), evento que gerou ampla preocupação entre seus seguidores e profissionais da saúde, ao mesmo tempo em que revelou, quatro dias depois, a realização de aplicações de ácido hialurônico no bumbum e nas pernas, procedimento este que, realizado em sequência à hospitalização, acendeu alertas sobre os riscos associados ao uso prolongado e em alta dose de hormônios estéticos.
Risco à Saúde e Histórico de Complicações Médicas
A apuração jornalística confirmou que a internação de Massafera ocorreu no Hospital Sírio-Libanês após ela apresentar sintomas compatíveis com AVC, sendo submetida a avaliação intensiva e monitoramento clínico rigoroso, conforme relatado por fontes médicas oficiais; o episódio ocorreu em um contexto já marcado por fragilidade fisiológica, já que em junho de 2024 a influenciadora passou por desmaio em decorrência de baixa imunidade e estresse elevado, fatores que, segundo cardiologistas consultados, podem predispor a eventos vasculares críticos.
Além do episódio recente, Massafera enfrenta histórico de complicações adversas ao uso de substâncias biológicas: em 2025 revelou infecção pós-cirúrgica facial após procedimento de feminização facial e, no mesmo ano, declarou ter realizado aplicações de ácido hialurônico apenas quatro dias após a alta hospitalar, prática que especialistas em endocrinologia consideram potencialmente destabilizadora para o equilíbrio neurovascular.
Maya Massafera colocou sua vida em risco ao submeter-se a procedimentos estéticos com ácido hialurônico apenas quatro dias após sofrer um princípio de AVC.
Repercussão Médica e Regulação dos Procedimentos Estéticos
A associação entre o uso contínuo de hormônios sintéticos e complicações neurológicas e cardiovasculares tem sido alvo de alerta por parte da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que recomenda cautela extrema no uso não indicado de preenchimentos faciais e corporais sem supervisão clínica adequada.
Especialistas apontam que a rápida sucessão entre eventos vasculares graves e intervenções estéticas pode indicar descompensação hormonal ou fragilidade endotelial, demandando protocolos regulatórios mais rígidos para a comercialização e aplicação desses produtos em contextos não emergenciais.



