Durante o protesto pró-Lula realizado na Avenida Paulista no domingo (11), manifestantes depredaram parcialmente as entradas das estações de metrô Trianon-Masp e Consolação, provocando o fechamento temporário das duas primeiras e a adoção de medidas de controle de fluxo por parte do Metrô de São Paulo para preservar a segurança e manter o atendimento.
Contextualização das manifestações e medidas de segurança adotadas
A Polícia Militar de São Paulo confirmou que portas e grades de acesso foram arrombadas na estação Consolação, enquanto imagens divulgadas nas redes digitais comprovam atos de vandalismo na Trianon-Masp, ocorridos no momento de dispersão da multidão após o término do ato político na avenida Paulista; o Metrô informou que a estação Trianon-MASP, da Linha 2-Verde, permaneceu fechada temporariamente em razão da alta concentração de pessoas no entorno, acionando seu plano de controle de multidão, que prevê o reforço de trens em circulação, aumento do efetivo de funcionários e redirecionamento do fluxo para estações mais distantes do epicentro da aglomeração.
O fechamento das estações Trianon-Masp e Consolação restringiu o acesso ao sistema metroviário, sendo substituído pelo atendimento nas estações Consolação e Brigadeiro — localizadas na mesma via — como alternativa viável para os usuários, enquanto medidas como o recolhimento de bilhetes QR Code, o uso de bolsões para controle de entrada e a operação de trens extras foram implementadas pela Viamobilidade em parceria com a Polícia Militar para garantir a fluidez do tráfego e a integridade dos passageiros.
O Metrô manteve abertas as estações Consolação e Brigadeiro como alternativa ao fechamento temporário da Trianon-Masp, garantindo acesso ao transporte público em meio à manifestação.
Repercussão institucional e posicionamentos oficiais
Em nota oficial, o Metrô de São Paulo destacou que as medidas adotadas obedecem a protocolos já testados em situações de alta concentração, como o Réveillon, reforçando que o foco é preservar a segurança dos passageiros sem interromper o serviço essencial.
A Viamobilidade confirmou ter implementado ações coordenadas com a Polícia Militar nos locais afetados, incluindo controle de acesso por bolsões e monitoramento constante, enquanto a Polícia Militar afirmou que a situação está sob controle e que não houve registros de feridos ou prisões durante os incidentes.


