Flávio Bolsonaro (PL) e a família já estão nos Estados Unidos.
Menos de dois dias depois da derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições, o senador literalmente sumiu. Ninguém era capaz de dizer onde ele estava nesta terça-feira (27) nem seus aliados, muito menos seus advogados.
Flávio foi initimado pelo ministro Alexandre de Moraes a entregar seus passaportes até as 11 horas desta terça-feira. Antes disso já apareceu a suspeita de que ele pudesse ter deixado o país.
O caminho que ele fez ainda é uma incógnita, pode ter sido pela Argentina.
Informações do círculo de aliados de Flávio Bolsonaro são de que ele teria recebido ajuda de americanos – de Steve Bannon, líder do movimento da extrema direita, a Marco Rubio, secretário de estado do governo do presidente americano, Donald Trump – ambos, abertamente contrários a Lula e próximos da família, como Eduardo Bolsonaro.
Eduardo que, aliás, recomendou ao irmão que fosse embora mesmo.
Flávio passa a integrar um grupo de bolsonaristas que fugiram do Brasil, como Carla Zambelli e Alexandre Ramagem. O senador ainda está na condição de investigado, mas um pedido de prisão pelo STF já está no radar.
Jair Bolsonaro, em 2022, depois de se recusar a aceitar o resultado das eleições, foi embora do Brasil. Flávio, que agora imita o pai e sai do país desobedecendo a Justiça, era, há dois dias, uma das opções nas urnas para a presidência da República, o cargo mais alto da democracia brasileira.



