Na manhã de 12 de setembro, durante agenda política de Flávio Bolsonaro no litoral do Rio de Janeiro, o ex-assessor da família Bolsonaro, Fabrício Queiroz, reafirmou publicamente que não participou do evento como palanqueiro, alegando estar posicionado em área restrita a assessores e que não é candidato a cargo em 2026, em resposta às acusações de ocultamento por parte do senador.
Contexto Institucional e Histórico da Agenda Política em Cabo Frio
Fabrício Queiroz, ex-policial militar aposentado e antigo assessor da família Bolsonaro, desmentiu categoricamente a narrativa de que tenha sido mantido em sigilo por Flávio Bolsonaro durante sua participação no evento de 12 de setembro em Cabo Frio, onde esteve presente como membro da comitiva técnica e não como figura central do palanque.
A controvérsia emergiu após declarações do senador, que retomou críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) no contexto do 7 de Setembro, afirmando que Queiroz 'nem o viu' durante conversa com o prefeito de Iguaba, também filiado ao Partido Liberal, enquanto aliados do senador questionam a coincidência entre a data da decisão do ministro Alexandre de Moraes e a agenda política do parlamentar, gerando tensão institucional no entorno do governo federal.
Fabrício Queiroz afirmou que não subiu no palanque de Flávio Bolsonaro porque não é candidato a cargo em 2026 e estava em área reservada a assessores.
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Repercussão Jurídica e Estratégica dos Desdobramentos Políticos.
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A decisão do ministro Alexandre de Moraes, proferida em 10 de setembro, que suspendeu repasses de verbas federais a municípios que não cumprissem critérios de transparência fiscal, coincidiu com o calendário político de Flávio Bolsonaro, levantando suspeitas de uso estratégico da agenda por parte dos aliados do senador, conforme apontam interlocutores próximos ao grupo., Especialistas em direito eleitoral e representantes da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) destacam que, embora Queiroz tenha negado qualquer vínculo formal com atos de campanha direta, sua presença em eventos de alto teor simbólico pode ser interpretada como indício de apoio logístico ou ideológico ao projeto político do irmão., alerta, A eventual caracterização do ato como propaganda eleitoral antecipada pode acarretar sanções por infração à Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), com possibilidade de multa ou até inelegibilidade para cargos futuros.



