Durante o voo que transportava a delegação do Clube do Remo de Porto Alegre rumo ao Rio de Janeiro, o comissário de bordo e cantor Ronald Pennaforte, conhecido por sua atuação nas redes sociais com cerca de 60 mil seguidores no Instagram, realizou uma homenagem musical ao Leão Azul, entoando uma paródia que citou o Re-Pa, o Baenão e provocou seu maior rival, o Paysandu, enquanto os jogadores acompanhavam a apresentação dentro da aeronave.
Contexto Institucional e Histórico da Homenagem Aérea ao Clube do Remo
A apuração realizada pela reportagem confirmou que Ronald Pennaforte, integrante da equipe de comissários do voo comercial que transportava o elenco azulino, utilizou o interfone da aeronave para apresentar uma composição musical diretamente aos colegas de equipe, após demonstrar entusiasmo ao lado dos jogadores durante a viagem que seguiu do Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, para o Rio de Janeiro após o empate por 1 a 1 contra o Internacional em 17 de abril.
O episódio ocorreu em pleno Campeonato Brasileiro, em um contexto de intensificação das rivalidades regionais do Pará, com Pennaforte explorando referências culturais locais como o Mangueirão e o Baenão em sua performance, que contou ainda com a menção ao clássico Re-Pa e à provocação ao Paysandu, enquanto os próprios jogadores registravam o momento com aplausos e sorrisos, evidenciando a dimensão simbólica da ação dentro do ambiente esportivo.
O comissário Ronald Pennaforte, com 60 mil seguidores no Instagram, transformou o voo do Remo em um espetáculo público ao entoar uma paródia musical que citou o Re-Pa, o Baenão e provocou o Paysandu durante a viagem para o Maracanã.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos Institucionais
As autoridades do Clube do Remo e da Associação Brasileira de Auditores Financeiros (ABAF) ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a iniciativa artística realizada pelo comissário durante o transporte oficial da equipe, apesar de fontes internas indicarem que a direção técnica valorizou a iniciativa como expressão de identidade regional e orgulho identitário do estado do Pará.
Especialistas em direito aeronáutico apontam que, embora a prática tenha sido aprovada pelos jogadores presentes, a normativa da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) proíbe expressões que possam comprometer a segurança ou o foco operacional dos profissionais a bordo, configurando possível infração disciplinar dependendo da avaliação da companhia aérea operadora.



