A pesquisa Datafolha, registrada na Justiça Eleitoral sob o número DF-07243/2026, revelou que a governadora do Distrito Federal e candidata à reeleição, Celina Leão (PP), intenciona 55% dos votos válidos, consolidando-se como favorita para a vitória no primeiro turno das eleições municipais, a ser realizado neste domingo, 4 de outubro de 2023.
Contexto Institucional e Metodologia da Pesquisa
O levantamento, realizado entre 2 e 3 de outubro de 2023 com amostragem de 1.620 eleitores, demonstrou rigor metodológico compatível com padrões internacionais, apresentando margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, conforme atestado pelo registro oficial DF-07243/2026 na Justiça Eleitoral. O s dados consideram exclusivamente votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos, o que reforça a precisão na mensuração da intenção real do eleitorado.
A análise do cenário completo, incluindo eleitores indecisos (5%) e votos em branco ou nulos, aponta que Celina Leão mantém 49% das intenções totais de voto, reforçando sua vantagem sobre os adversários, com Leandro Grass (PT) em segundo lugar com 27% e Paula Belmonte (PSDB) em terceiro com 10%, conforme apuração técnica detalhada.
Celina Leão lidera com 55% das intenções de votos válidos e pode conquistar a reeleição no primeiro turno.
Repercussão Política e Desdobramentos Imediatos
A governadora Celina Leão, por meio de seu comando político, destacou a consistência da pesquisa como reflexo da percepção popular favorável ao seu governo, ressaltando compromisso com políticas públicas já implementadas em saúde, educação e mobilidade urbana. Já os pré-candidatos ao governo distrital, como Leandro Grass e Paula Belmonte, reconheceram publicamente o resultado sem contestar a metodologia, sinalizando abertura para o diálogo pós-eleitoral.
O cenário eleitoral projeta um primeiro turno decisivo sem necessidade de segundo turno, com a vantagem de Leão configurando uma janela estratégica para consolidação administrativa caso reeleita. A continuidade ou ruptura dessa trajetória dependerá da articulação partidária e da capacidade de mobilização eleitoral nos dias finais.



