Em outubro de 2024, agentes da Justiça cumpriram diligência judicial no imóvel de Erasmo Carlos, em São Conrado, com o objetivo de recolher bens do espólio, após pedido dos filhos Leonardo e Gil Esteves, em meio à contenda sobre a herança e à suspeita de apropriação indevida de recursos financeiros.
Contexto Jurídico e O peracional da Busca no Imóvel
R$ 300 mil transferidos no dia da morte de Erasmo Carlos, segundo os filhos, levantam dúvida sobre uso indevido de recursos do espólio.



