Após a derrota por 2 a 1 para o Brusque, o treinador Júnior Rocha assumiu responsabilidade sobre o desempenho defensivo do Paysandu e sinalizou a possibilidade de reincorporar a formação com três zagueiros no próximo confronto contra a Ferroviária, marcadamente na Fonte Luminosa no dia 13 de abril, após dois meses sem gols sofridos sob essa estrutura tática aplicada contra o Ituano.
Contexto Estratégico e Análise Tática da Defesa
A apuração realizada junto à comissão técnica revelou que o descontentamento de Júnior Rocha com o setor defensivo se deve a falhas recorrentes no fechamento de linhas, concentração coletiva e leitura de jogadas, evidenciadas especialmente nos dois gols sofridos na partida contra o Brusque, enquanto a última utilização do esquema com três zagueiros – contra o Ituano – assegurou o placar limpo em vitória por 1 a 0.
Antecedentemente, o técnico tem explorado o modelo com três zagueiros como estratégia para reforçar a solidez defensiva, especialmente em situações de adversários de médio porte, e avalia que a retomada desse sistema no jogo contra a Ferroviária pode representar ajuste tático decisivo para evitar nova vulnerabilidade após o revés recente.
O treinador admitiu desconforto com o desempenho defensivo após dois gols sofridos na derrota por 2 a 1 para o Brusque.
Desafios Táticos e Perspectivas para o Confronto com a Ferroviária
A possibilidade de retorno de Castro, zagueiro que superou duas suspensões por indisciplina e reapresentou-se ao grupo após duas semanas de treino coletivo, configura alternativa viável para compor a defesa em conjunto com Marcinho, embora ainda dependa de ajustes táticos que garantam equilíbrio entre experiência e dinamismo no setor.
Com o calendário apertado, Júnior Rocha terá até domingo para definir se mantém a estrutura atual ou realiza alterações no sistema defensivo, considerando ainda que Marcinho permanece essencial para as dinâmicas ofensivas do time.



