Nos últimos dias, a prática denominada Pheromone Maxxing tem se disseminado de forma significativa nas plataformas digitais, sobretudo entre adolescentes e jovens adultos da geração Z, que têm optado por interromper a higiene pessoal — banho, escovação dental e uso de desodorante — com a alegação de amplificar a percepção de feromônios naturais masculinos em interações sociais, especialmente em encontros com mulheres.
Contexto Institucional e Histórico da Prática
A apuração realizada junto a publicações digitais e relatos de usuários indica que a tendência emergiu no TikTok, onde vídeos curtos demonstram rotinas de descarte de produtos de higiene pessoal, com alguns participantes chegando a recomendar o consumo de urina para intensificar o efeito, prática sem respaldo científico.
O fenômeno se insere no âmbito mais amplo do Looksmaxxing, movimento que busca a maximização da aparência física por meio de padrões rígidos e intervenções estéticas extremas, frequentemente associado a comunidades online que mantêm proximidade com discursos incel e teorias da Red Pill, como evidenciado pela atuação do comunicador Clavicular.
Mais de 70% dos participantes relatam que o hábito intensifica a percepção do odor corporal, embora sem comprovação científica.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos O ficiais
As autoridades sanitárias e acadêmicas condenaram a prática por ausência de base empírica, com órgãos como a ANVISA e especialistas em endocrinologia alertando para os riscos à saúde derivados da redução drástica da higiene, incluindo aumento de infecções dermatológicas e doenças respiratórias.
Clavicular negou vínculos com a comunidade incel, afirmando em entrevista oficial que suas postagens visam exclusivamente à estética facial e não à promoção de comportamentos anti-higiene.
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