A Força Aérea Brasileira (FAB) intensificou seu engajamento no combate aos incêndios florestais no Amazonas, mobilizando o caça-leve KC-390 Millennium, equipado com os sistemas MAFFS e CAFFS, para realizar lançamentos estratégicos de água sobre as áreas consumidas pelo fogo, enquanto a Aegea contribui com o suprimento logístico de mais de 270 mil litros de líquido necessário à operação, em contexto de qualidade do ar classificada como moderada em Manaus devido à fumaça registrada na quinta-feira (22).
Contexto O peracional e Apoio Logístico ao Combate Aéreo
A operação da FAB no Amazonas representa uma das frentes mais avançadas de combate às chamas, com o KC-390 Millennium – aeronave multimissão de médio porte – integrando os sistemas MAFFS e CAFFS para maximizar o alcance e a eficiência no lançamento de água sobre focos críticos de incêndio, demonstrando a adaptação tecnológica às condições extremas da região amazônica.
Antecedentes e Desafios Ambientais: A conflagração dos incêndios no Amazonas persiste diante de um cenário de estiagem prolongada, vegetação seca e alta temperatura, exigindo respostas rápidas e coordenadas entre órgãos públicos e empresas do setor privado, como a Aegea, que assumiu o papel de fornecedora estratégica de água para as aeronaves da FAB e do Ibama, garantindo a sustentação logística da força-tarefa aérea em apoio às operações terrestres.
Mais de 270 mil litros de água foram fornecidos pela Aegea para abastecer as aeronaves da FAB e do Ibama no combate aos incêndios florestais no Amazonas.
Repercussão Institucional e Perspectivas Futuras
Autoridades como a Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amazonas e a Coordenação-Geral da FAB reconhecem a eficácia dos sistemas MAFFS e CAFFS no controle das chamas, destacando a importância da integração entre meios aéreos e terrestres para conter a propagação dos incêndios em áreas de difícil acesso.
A continuidade das operações dependerá da disponibilidade hídrica garantida pela Aegea e da manutenção técnica das aeronaves, com previsão de ampliação das missões conforme a evolução do quadro climático e a diminuição dos focos ativos.
O prazo crítico para a contenção dos focos prioritários é de 72 horas, com risco iminente de expansão rápida caso as condições climáticas não favoreçam o controle imediato.



