O Museu do Dachshund, localizado em Regensburg e inaugurado em 2018 pelo colecionador O liver Storz, consolida-se como o maior acervo mundial dedicado à raça, com mais de 30 mil peças reunidas ao longo de duas décadas e atrai cerca de 35 mil visitantes anuais, consolidando sua relevância cultural diante do debate nacional sobre a reprodução de cães com características que geram sofrimento.
Contexto Histórico e Arquitetônico do Acervo
A pesquisa apurou que o museu, mantido por uma fundação privada sem fins lucrativos, acumula uma coleção que ultrapassa 30 mil itens — desde talheres de prata estampados com silhuetas da raça até pelúcias artesanais — sob a curadoria de especialistas em história da moda e design têxtil, evidenciando a longa tradição da raça como objeto de estudo e celebração.
Além do acervo permanente, o museu registra ainda uma doação significativa em 2023: 800 peças provenientes do testamento de uma senhora norte-americana, ampliando sua representatividade global e reforçando seu papel como guardião da memória canina internacional.
O acervo do Museu do Dachshund ultrapassa 30 mil peças, sendo a maior coleção dedicada à raça no mundo.
Repercussão Jurídica e Debate Legislativo
A Alemanha está analisando proposta legislativa que proibirá a reprodução de cães com características físicas que causem sofrimento crônico, como o dachshund, em razão das consequências éticas e veterinárias associadas à seleção genética agressiva.
Especialistas em direito animal e representantes da Associação Alemã de Criadores de Cães manifestam preocupação com a amplitude da norma, defendendo que medidas educativas devem substituir restrições punitivas ao criar conscientização sobre o bem-estar canino.



