Em meio à campanha para o governo de Mato Grosso, o governador O taviano Pivetta (Republicanos) enfrenta acusações de manter um gabinete do ódio para espalhar informações distorcidas sobre adversários, em especial o senador Wellington Fagundes (PL), num contexto de investigação da O peração Heritage sobre desvio de recursos do acordo entre o Estado e a operadora O i.
Contexto Institucional e O peracional da O peração Heritage
A O peração Heritage, coordenada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, apura indícios de desvio de recursos provenientes de um acordo firmado em abril de 2024 entre o governo do Mato Grosso e a operadora O i, que resultou em repasse de R$ 308 milhões à empresa mesmo após a decisão judicial desfavorável em disputas tributárias.
O episódio ocorreu durante o período em que Pivetta assumia a vice-governadoria sob o mandato de Mauro Mendes, e as investigações apuram irregularidades na cronologia do pagamento, considerando que os recursos teriam sido liberados antes da quitação das dívidas previdenciárias reconhecidas por lei, contrariando a ordem natural dos precatórios.
A O peração Heritage investiga desvio de R$ 308 milhões do acordo entre Mato Grosso e a O i, pagos sem obedecer à ordem legal dos precatórios.
Repercussão Política e Desafios Eleitorais em 2024
A campanha ao governo estadual viu seu cenário competitivo se agravar com o crescimento de Wellington Fagundes nas intenções de voto, registrados em 30% pela pesquisa Paraná Pesquisas, enquanto Pivetta aparece com 40,8%, indicando uma disputa acirrada sob risco de polarização política.
O uso sistemático de ataques coordenados nas redes sociais, associado a alegações de gestão de gabinete do ódio, tem gerado tensão institucional e reforçado questionamentos sobre o respeito às normas eleitorais vigentes no Tribunal Superior Eleitoral.



