Na quinta-feira (24/9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou o desembargador Ricardo Couto, interino no estado do Rio de Janeiro, destacando sua trajetória como ex-presidente do Tribunal de Justiça e atribuindo-lhe papel fundamental na moralização da unidade federativa, após a prisão de seis ex-governadores fluminenses.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
O chefe do Executivo federal fez os comentários durante visita às obras da rodovia BR-116, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, onde destacou a credibilidade técnica de Ricardo Couto, que assumiu o comando do governo estadual após a renúncia do governador Cláudio Castro.
A apuração confirma que seis ex-titulares do Palácio Guanabara foram presos sob investigações da O peração Lava-Jato, incluindo Luiz Fernando Pezão, Sérgio Cabral, Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho e Moreira Franco, fato que reforça o discurso de Lula sobre a necessidade de ruptura com práticas ilícitas na gestão pública.
O presidente afirmou que o desembargador Ricardo Couto é o governador interino com maior credibilidade na história do Brasil
Repercussão Jurídica e Próximos Desdobramentos
O governo federal comunicou a redução do limite de congelamento orçamentário para o exercício de 2026 em R$ 16,1 bilhões, medida que visa garantir maior flexibilidade fiscal diante da ampliação das ações de responsabilização administrativa nos entes públicos.
Especialistas jurídicos apontam que a menção a seis presos entre ex-governadores fortalece o argumento de Lula sobre a necessidade de ruptura com práticas ilícitas na gestão estadual, enquanto Couto deve enfrentar desafios para equilibrar as demandas locais com as exigências federais.



