Na tarde de sexta-feira, 16 de fevereiro, um pequeno avião caiu na pista do Aeroporto Tangará, em O rlândia, interior de São Paulo, após a decolagem, vitimando duas pessoas do sexo masculino e gerando profunda comoção no cenário regional; entre as vítimas fatais, destaca-se Victor Simões da Silva, filho do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Antonio Silva, e empresário acionista do Grupo Simões.
Contexto Institucional e Histórico da Tragédia
A investigação preliminar conduzida pela Polícia Militar e pelo Corpo de Bombeiros confirmou a ocorrência do acidente por volta das 16h daquele dia, com as equipes de resgate chegando ao local em menos de 30 minutos para iniciar os procedimentos de recuperação dos corpos e apuração técnica; segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a aeronave caiu logo após a decolagem em condições ainda não apuradas definitivamente, levantando questões sobre eventuais falhas operacionais ou meteorológicas.
O falecimento de Victor Simões da Silva, reconhecido publicamente pela Fieam como filho do presidente Antonio Silva e acionista do Grupo Simões, pai de dois filhos e esposo de Sihame Cruz, constata a perda de uma figura relevante no ambiente empresarial amazonense, cujo luto foi prorrogado pela programação formal da cerimônia de despedida realizada no sábado, 17, no Aeroclube de Manaus, restrita exclusivamente aos familiares diretos.
A morte prematura de Victor Simões da Silva, empresário acionista do Grupo Simões e filho do presidente da Fieam Antonio Silva, abala profundamente o setor produtivo do Amazonas.
Repercussão Jurídica e Econômica da Catástrofe Aérea
Em nota oficial publicada na noite de sábado, a Fieam manifestou seu pesar pela perda irreparável de Victor Simões da Silva, destacando que 'é com profundo pesar que manifestamos nosso sentimento de tristeza e consternação', e informou que a cerimônia de despedida ocorreu em ambiente reservado, sem sepultamento, conforme comunicado conjunto com o Grupo Simões.
Especialistas em aviação e representantes da Força Aérea Brasileira (FAB) apontam que o Seripa IV será responsável pela apuração técnica inicial do acidente, processo que poderá levar até 90 dias para conclusão definitiva, enquanto o Grupo Simões deve enfrentar questões sucessórias e operacionais relacionadas à participação do falecido em sua estrutura acionária.



