Na madrugada de domingo (11/10), o casal Larissa Rodrigues de Paula, de 24 anos, e Alan Tons, de 34, foram vitimados por João Victor Rodrigues Alves de O liveira, 24, em Ceilândia, Distrito Federal; o suspeito alegou estar em uma distribuidora no momento do crime, mas foi reconhecido pela Polícia Civil (PCDF) após depoimento na 15ª Delegacia da região.
Apuração Criminal e Contextualização dos Fatos
A investigação policial confirmou que João Victor confessou a participação no homicídio duplo durante depoimento à Polícia Civil no dia 12/10, após se entregar voluntariamente à 15ª Delegacia de Polícia em Ceilândia Centro; segundo laudo técnico preliminar, as vítimas foram alvejadas por disparos de arma de fogo e evidências coletadas no local apontam para o suspeito como único autor.
O contexto do crime se insere em um cenário de violência doméstica e criminalidade armada no DF, onde o suspeito relatou ter mantido relacionamento esporádico com as vítimas e descreveu episódios prévios de confraternização, como celebrações de aniversário e convivência social, sem registros prévios de ameaças explícitas.
João Victor alegou ter estado em uma distribuidora no momento do crime, mas foi reconhecido pela Polícia Civil após confissão e análise de evidências.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Jurídicos
A PCDF informou que o caso segue sob investigação pelo Crime Qualificado (Art. 121 do CP) com possibilidade de aplicação da pena máxima de 30 anos, enquanto o Ministério Público deve formalizar denúncia nos próximos dias; familiares, ainda em estado de luto, cobram transparência na apuração.
Especialistas em direito penal apontam que a versão do suspeito — que afirmava estar em outra localidade e negar envolvimento direto — deverá ser submetida à prova pericial e testemunhal para validação ou refutação, com pronunciamento da Justiça nos próximos 90 dias.



