Às 16h04, a taxa do Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2035 atingiu 14,225%, registrando alta de 21 pontos-base no dia, após forte volatilidade impulsionada pela valorização dos títulos americanos, do petróleo Brent acima de US$100 o barril e a turbulência política no STF, com a reintegração de Andrei Passos Rodrigues ao comando da Polícia Federal.
Contexto Institucional e O peracional das Taxas DI e Movimentações Policiais
A volatilidade das taxas DI refletiu-se na convergência entre os rendimentos dos Treasuries, que subiram 3 pontos-base a 4,833% na operação de dez anos, e o petróleo Brent, que ultrapassou a marca simbólica de US$100 por barril após escalada de hostilidades no O riente Médio, impulsionando expectativas de pressão inflacionária e reestruturação monetária.
A reintegração de Andrei Passos Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal, determinada pelo ministro Flávio Dino após decisão anterior de Alexandre Mendonça, ocorreu em um cenário de intensificação da crise institucional no Supremo Tribunal Federal, onde o ministro André Mendonça e Leandro Almada, ambos afastados pela mesma pasta judicial, também foram restabelecidos em suas funções.
A taxa DI de janeiro de 2035 chegou a 14,225%, o maior nível desde o início do período analisado, impulsionada por 21 pontos-base de alta no dia.
Repercussão Jurídica e Estratégias de Investimento em Ambiente Volátil
A decisão judicial que restaurou Andrei Passos Rodrigues ao comando da PF ocorre em meio à disputa entre Alexandre Mendonça e Alexandre de Moraes sobre o inquérito do Banco Master, enquanto o mercado financeiro mantém postura cautiously otimista quanto a novos cortes da Selic, atualmente fixados em 14% ao ano.
O desempenho das taxas DI está sendo monitorado com atenção redobrada por gestores que antecipam novos movimentos do Banco Central, especialmente após declarações recentes sobre flexibilização gradual da política monetária em resposta ao cenário internacional.



