O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acusou seu colega André Mendonça de conduzir um "levantamento seletivo e direcionado" do sigilo de documentos do Caso Master, com o objetivo de proteger "determinado grupo político", em ofício formal enviado ao presidente da Corte, Edson Fachin, que demandou acesso integral a 18 procedimentos e 180 documentos vinculados a outros 13 processos, alertando que não cabe ao magistrado escolher quais materiais devem ser disponibilizados ao colegiado para o julgamento.
Apuração e Contexto Jurídico do Levantamento Seletivo
Moraes afirma que Mendonça omitiu deliberadamente 180 documentos do levantamento de sigilo do Caso Master, configurando conduta incompatível com os princípios processuais garantidos pela Constituição Federal.



