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Política

Lula aciona TSE contra Flávio Bolsonaro e aliados por fake news na Paulista

PorMadu ToledoVerificadoOrtografia IAPublicado Há 16 min
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Lula aciona TSE contra Flávio Bolsonaro e aliados por fake news na Paulista
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Coligação Brasil Pronto Pra Mais, composta por PT, PCdoB, PV, PSB, PDT, PSOL e REDE, ajuizou ação no TSE contra Flávio Bolsonaro (PL), os deputados Rony Gabriel (Podemos-RS), Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP) e o empresário Pablo Marçal (PRTB-SP), além do Diretório Nacional do PL, por suposta propaganda eleitoral irregular e divulgação de conteúdos falsos referentes a ato em 11/10 na Avenida Paulista em São Paulo.
  • O pedido liminar foi concedido ao ministro Nunes Marques, proibindo a distribuição de jornal sindical, com base em alegação de desinformação de segunda geração, difamação e propaganda eleitoral irregular por meio de vídeos manipulados.
  • A representação requer a remoção ou indisponibilidade dos conteúdos falsos em Instagram, X, Threads e Facebook em 24 horas, com multa de até R$ 30 mil por publicação e vedação de republicação ou conteúdo equivalente.
Resumo Editorial

Confira os principais fatos e desdobramentos apurados sobre este acontecimento.

Na manhã da segunda-feira (12/10), a Coligação Brasil Pronto Pra Mais, composta por PT, PCdoB, PV, PSB, PDT, PSOL e REDE, formalizou ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Flávio Bolsonaro (PL), os deputados Rony Gabriel (Podemos-RS), Nikolas Ferreira (PL-MG), Lucas Pavanato (PL-SP) e o empresário Pablo Marçal (PRTB-SP), além do Diretório Nacional do PL, por suposta divulgação de conteúdos falsos e propaganda eleitoral irregular referentes ao ato de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizado no domingo (11/10) na Avenida Paulista, em São Paulo.

Contexto Institucional e Procedimentos Apurados

A petição, distribuída por sorteio ao ministro Marco Aurélio Bellizze O liveira e submetida ao ministro Nunes Marques, que concedeu liminar, alega que os vídeos manipulados circulavam nas redes sociais com o objetivo de associar genericamente os participantes do ato a práticas criminosas como consumo de drogas ilícitas, vandalismo e depredação de patrimônio público, configurando difamação e propaganda eleitoral irregular de segunda geração.

Segundo o documento, as gravações originalmente registradas no Chile no sábado (10/10) foram repostadas por Flávio Bolsonaro e seus aliados no Instagram, X, Threads e Facebook, com cenas extraídas do perfil @multapor100 na rede social X, visando prejuizar a imagem de Lula e favorecer a candidatura presidencial do filho do ex-presidente.

Ponto de Destaque

A ação judiciais requer a remoção ou indisponibilidade dos conteúdos falsos em 24 horas em Instagram, X, Threads e Facebook, com multa de até R$ 30 mil por publicação.

Repercussão Jurídica e Estratégias de Defesa

O ministro Nunes Marques concedeu medida cautelar que proíbe a distribuição de jornal sindical com base na alegação de desinformação grave e difamação, estabelecendo prazo imediato para a retirada dos conteúdos das plataformas digitais e vedando sua republicação ou conteúdo equivalente sob pena de multa administrativa.

As plataformas foram notificadas para identificar os responsáveis pelos perfis e URLs que divulgaram os vídeos manipulados, enquanto os acusados manifestam-se contra a suposta censura política e reafirmam que as imagens utilizadas foram extraídas de contextos reais ocorridos previamente ao ato em São Paulo.

Atenção / Ponto Crítico
As plataformas têm prazo de 24 horas para remover os conteúdos apontados como falsos ou enfrentar multa administrativa de até R$ 30 mil por publicação.

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