O uruguaio Arrascaeta desembarca no Rio de Janeiro na quarta-feira (30), às 16h (horário de Brasília), trazendo à tona um quadro de ausência que se estende por até 12 semanas após a confirmação da fratura no punho esquerdo, sofrida em partida amistosa contra a Coreia do Sul, em Seul, no último dia 28 de setembro.
Contexto Médico e Procedimentos de Internação
A informação foi oficialmente divulgada pelo Flamengo por meio de comunicado institucional, confirmando a chegada do atleta às 16h do dia 30 e a posterior internação na manhã seguinte, com o objetivo de iniciar avaliação pré-operatória e programar a cirurgia no mesmo dia, sob supervisão dos médicos Fernando Sassaki e Roberto Feres, responsáveis pelo Departamento Médico do clube.
O episódio ocorreu durante o amistoso entre Uruguai e Coreia do Sul, no qual Arrascaeta iniciou como titular, contribuiu com um gol e uma assistência para Darwin Núñez na vitória por 4 a 1, mas sofreu a lesão ao apoiar a mão esquerda ao cair durante disputa de bola aos 32 minutos de jogo, fato que culminou na diagnóstico imediato de fratura óssea no punho esquerdo.
Arrascaeta pode ficar afastado das atividades esportivas por até 12 semanas, com retorno precoce condicionado à consolidação radiológica e análise compartilhada de riscos.
Repercussão Institucional e Perspectivas Futuras
As declarações do médico Caio Senise, integrante do COB, alertam que o retorno prematuro implica não apenas risco de dor persistente, mas também possibilidade de falha na consolidação óssea ou nova fratura no mesmo local, demandando cautela rigorosa e acompanhamento técnico especializado.
Com desfalque previsto para os confrontos contra Santos (8/10) e Fluminense (11/10) no Brasileirão, bem como para as semifinais da Libertadores diante do Estudiantes (15/10 e 21/10), o Flamengo vê-se obrigado a reestruturar seu esquema ofensivo, enquanto o prazo mais otimista indica retorno entre novembro e janeiro, e o cenário mais crítico projeta retorno apenas em 2027.



