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Zema vota em MG após polêmica com celular na cabine; mesários são trocados

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 12:34
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Zema vota em MG após polêmica com celular na cabine; mesários são trocados
Fatos Rápidos da Notícia
  • Belo Horizonte — O ex-governador de Minas Gerais e ex-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), votou neste domingo (25/10), em Araxá, no Alto Paranaíba, durante o segundo turno das eleições. A votação ocorreu na Escola Estadual Delfim Moreira, onde o político foi flagrado com um celular na cabine eleitoral no primeiro turno.
  • O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) confirmou que os mesários da seção eleitoral foram substituídos para o segundo turno. A Corte, no entanto, não informou o motivo da mudança.
  • “Estou votando por um Brasil melhor, pelo futuro nosso, dos nossos filhos”, declarou.
Resumo Editorial

“Estou votando por um Brasil melhor, pelo futuro nosso, dos nossos filhos”, declarou.

Belo Horizonte — O ex-governador de Minas Gerais e ex-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), votou neste domingo (25/10), em Araxá, no Alto Paranaíba, durante o segundo turno das eleições. A votação ocorreu na Escola Estadual Delfim Moreira, onde o político foi flagrado com um celular na cabine eleitoral no primeiro turno.

O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) confirmou que os mesários da seção eleitoral foram substituídos para o segundo turno. A Corte, no entanto, não informou o motivo da mudança.

Após deixar a seção eleitoral, Zema conversou com jornalistas e afirmou que seu voto representa as expectativas que tem para o futuro do país.

“Estou votando por um Brasil melhor, pelo futuro nosso, dos nossos filhos”, declarou.

“Estou votando por um Brasil melhor, pelo futuro nosso, dos nossos filhos”, declarou.

Polêmica no primeiro turno

No dia 4 de outubro, Zema foi flagrado com um celular na mão dentro da cabine de votação, o que é proibido pela Justiça Eleitoral. Na ocasião, ele era candidato à Presidência da República.

O episódio levou a Justiça Eleitoral a determinar que o ex-governador e os mesários responsáveis pela seção fossem ouvidos pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

Zema alegou que não fotografou o voto e que utilizou o aparelho apenas para consultar uma “colinha” com os números dos candidatos. Ele também afirmou que não havia sido alertado pelos mesários sobre a proibição.

Na época, o presidente do TRE-MG, desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga, classificou o episódio como irregular e afirmou que a conduta poderia resultar em detenção.

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Tags:polêmica

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