Na madrugada de quarta-feira, 16, a influenciadora Evelyn Lima Dantas foi morta a tiros por dois indivíduos desconhecidos, que invadiram sua residência em Mãe do Rio, no nordeste paraense, e a arrastaram até a calçada da rua Bernardo Ferreira de O liveira, onde foram desferidos os disparos fatais por volta das 3h30; o corpo foi encontrado na frente de uma casa no bairro São Francisco, sob um lençol, após os criminosos deixarem pichadas da sigla 'TCP' — associada ao Terceiro Comando Puro — na fachada do imóvel e fugirem em um veículo cuja cor e modelo não foram identificados.
Contexto Institucional e Investigação em Curso
A Polícia Civil do Pará mantém as investigações em andamento sobre o homicídio da influenciadora Evelyn Lima Dantas, ocorrido na madrugada de quarta-feira (16), em Mãe do Rio, região nordeste do estado. O caso foi formalmente registrado às 3h57 pela Polícia Militar após relato de moradores que ouviram disparos nas proximidades de uma Unidade Básica de Saúde (UBS). No local, os agentes encontraram o corpo da vítima na calçada da rua Bernardo Ferreira de O liveira, coberto por um lençol, sob orientação de um familiar que lavava a área e foi instruído a preservar a cena do crime.
Conforme laudo inicial da PM, Evelyn estava em liberdade provisória há poucos dias após prisão preventiva realizada em julho de 2024 por suspeita de envolvimento na morte do sargento da reserva Antônio Anildo Alves, ocorrida também em Mãe do Rio em 29 de julho. O crime chama atenção pela forma brutal da execução e pelo contexto de violência organizado que permeia o estado.
Evelyn Lima Dantas foi executada com múltiplos tiros após ser rendida e arrastada à força pela facção criminosa TCP, segundo laudo da Polícia Militar.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Futuro
A Secretaria de Estado de Segurança Pública confirmou que o caso está sob análise conjunta das delegacias especializadas em homicídios e crimes contra a mulher, com apoio técnico da Divisão Antidrogas e Inteligência Policial (DAIP), visando esclarecer a participação ou não da organização criminosa TCP no ato. Autoridades alertam que investigações precisam confirmar se o crime está ligado ao envolvimento anterior da vítima com o sargento falecido ou se trata de vingança ou ajuste de contas internas.
Especialistas em segurança pública indicam que o caso pode gerar impacto nas políticas de proteção a testemunhas e monitoramento de líderes comunitários expostos a ameaças, além de reforçar demanda por operações de desmonte de facções criminosas nas periferias paraenses.



