Na quarta-feira (26), às 20h30, no estádio São Januário, o Vasco e o Vitória enfrentaram-se em jogo decisivo pela ida das quartas de final da Copa do Brasil, após o volante Cauan Barros ser expulso aos 17 minutos do primeiro tempo por decisão do árbitro Matheus Candançan, com base em análise do VAR comandado por Daniel Nobre Bins, que reconheceu o ato de Barros como o último homem ao cortar a bola após toque na mão do atacante Renato Kayzer.
Contexto Institucional e Desenvolvimento da Decisão Arbitral
A apuração realizada pela comissão de arbitragem do Conselho Federal de Futebol confirmou que a expulsão de Cauan Barros decorreu da combinação entre o contato da bola com a mão de Kayzer e a posterior interrupção do lance pelo braço do volante vascaíno, fato que configurou claramente infração grave sob o Regulamento Disciplinar da CBF, artigo 127.
O episódio ocorreu em um cenário de alta tensão técnica, com o Vasco em fase avançada de sua trajetória competitiva no certame nacional e o Vitória buscando superar um jejum de 14 anos sem alcançar uma semifinal da Copa do Brasil, desde seu vice-campeonato de 2010.
Cauan Barros foi expulso aos 17 minutos do primeiro tempo por cometer o último homem no lance em que a bola bateu na mão e ele cortou a bola com o braço.
Repercussão Institucional e Perspectivas para a Semifinal
A Confederação Brasileira de Futebol acionou imediatamente seus protocolos disciplinares para avaliar eventuais sanções ao atleta, enquanto o técnico Fábio Moreno manifestou insatisfação com a decisão, defendendo que o lance deveria ter sido analisado com mais cautela devido à proximidade do contato.
O duelo permanece marcado para a próxima quarta-feira (26), às 21h30 no Barradão, onde o vencedor enfrentará o ganhador do confronto entre Santos e Palmeiras na semifinal, com o Vasco almejando sua terceira participação consecutiva nesse estágio do torneio nacional.



