Na tarde de 11 de setembro de 2023, Thaissa de O liveira Marques, jovem de 21 anos que atuava como colaboradora em uma academia localizada na zona leste de Londrina (PR), foi brutalmente assassinada durante uma tentativa de estupro, após receber 46 facadas que culminaram em hemorragia aguda decorrente de lesões na cervical, conforme constatado pelo laudo pericial.
Contexto Institucional e Antecedentes da Apuração
A apuração jornalística, fundamentada em laudos técnicos da Polícia Civil do Paraná e registros de áudios enviados pela vítima a um amigo em 8 de setembro, revelou um padrão de assédio prévio: o suspeito, que havia acessado a academia pelo menos cinco vezes e transmitido currículos em volume extraordinário, demonstrou persistência na busca por interação com Thaissa, conforme relatado por ela em áudio no qual expressou desconforto com a frequência das visitas.
O caso, que mobilizou investigações rigorosas, evidenciou a necessidade de medidas preventivas em estabelecimentos de ensino físico, diante da recorrência de condutas inadequadas por parte de candidatos não efetivados, gerando debate sobre os protocolos de segurança e o monitoramento contínuo de acesso a instalações esportivas.
Thaissa recebeu 46 facadas, resultado de hemorragia aguda causada por lesões na cervical.
Repercussão Legal e Desdobramentos Futuro
A Polícia Civil do Paraná confirmou a prisão do suspeito em flagrante, com confissão do crime e encaminhamento para resposta por homicídio qualificado e tentativa de estupro, enquanto o Ministério Público abre caminho para eventual tipificação mais grave, com possibilidade de prisão perpétua.
As autoridades destacam a urgência de revisão dos protocolos de segurança nas academias, propondo a instalação de câmeras em áreas críticas e reforço no controle de acesso de visitantes não cadastrados, com o objetivo de evitar novos tragédias semelhantes.



