Na reta final da campanha eleitoral, o senador Flávio Bolsonaro (PL) concentra esforços para reconquistar o eleitorado de menor renda, ao mesmo tempo em que critica a segurança pública e o elevado custo de vida, mobilizando aliados para intensificar a presença em comícios e garantir a participação dos apoiadores nas urnas até o segundo turno.
Estratégia de Campanha e Contexto Histórico
A campanha do candidato do Partido Liberal tem articulado uma agenda focada em regiões com elevado peso eleitoral no Sudeste, onde a concentração de colégios eleitorais determina o desfecho da disputa presidencial; segundo a pesquisa Quaest divulgada em 21 de outubro, Flávio Bolsonaro registra 45% das intenções de voto, empatado tecnicamente com Lula (44%), dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Nos últimos dias, o senador tem intensificado atos presenciais em cidades estratégicas como Guarulhos, Fortaleza e Belo Horizonte, enquanto coordenadores regionais e influenciadores digitais têm sido mobilizados para difundir propostas econômicas e combater a abstenção, sobretudo entre eleitores indecisos que ainda não compareceram às urnas no primeiro turno.
Flávio Bolsonaro aparece com 45% das intenções de voto, empatado tecnicamente com Lula (44%), segundo a pesquisa Quaest de 21/10.
Repercussão Política e Desafios Imminentes
A proximidade do último debate televisivo, marcada para sexta‑feira (23/10) na TV, gera expectativa quanto à capacidade dos candidatos de consolidar indecisos, enquanto a campanha de Lula intensifica ataques ao governo federal e à segurança pública para reaver eleitores que migraram para a base bolsonarista.
A estratégia de Flávio aposta em alianças com lideranças estaduais, como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem coordenado mobilizações regionais e acionamento de prefeitos para organizar motociatas e eventos de arrecadação de adesão no interior paulista.



