Em 15 de junho, durante o horário diurno, o flanelinha Daniel Ribeiro Salame perpetrou tentativa de homicídio contra o turista Fábio Tadaiesky Lima, ao empregar arma branca em frente ao Hotel Sagres, localizado no bairro de São Brás, em Belém, após recusa em efetuar pagamento por serviço terceirizado. A ação violenta resultou em ferimento facial ao vitimado, desencadeando imediata investigação policial que culminou na prisão do suspeito na Passagem Monte Cristo, no dia 1º de julho, sob operação coordenada pela Polícia Militar local.
Apuração Criminal e Contexto Imediato da Investigação
A Polícia Civil concluiu que Fábio Tadaiesky Lima encontrava-se estacionado próximo ao Hotel Sagres quando Daniel Ribeiro Salame, identificado como flanelinha, aproximou-se do veículo e exigiu pagamento indevido, situação que gerou desentendimento verbal e evoluiu para agressão física com uso de faca branca. O laudo pericial técnico confirmou o caráter doloso da conduta, caracterizando tentativa de homicídio na investigação formal instaurada no dia dos fatos.
Antecedentes do caso revelam que o mesmo suspeito havia sido previously vinculado a condutas de risco à ordem pública, embora não possuísse antecedentes criminais penais registrados até a data da publicação, conforme histórico analisado pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Estado do Pará.
O flanelinha Daniel Ribeiro Salame foi preso em 1º de julho após tentativa de homicídio com arma branca contra turista em São Brás.
Repercussão Legal e Desdobramentos Judiciais
O Ministério Público do Estado do Pará formalizou denúncia contra Daniel Ribeiro Salame por crime de tentativa de homicídio doloso, com base nos elementos probatórios reunidos pela Polícia Civil e no laudo médico-legal que constatou lesão corporal grievosa no rosto da vítima. O juiz competente concedeu prisão preventiva sob fundamentação de risco à ordem pública e potencial obstaculização das investigações.
As autoridades reforçam que o caso segue sob rigorosa instrução processual, com previsão de julgamento em instância criminal comum, enquanto o Ministério da Justiça mantém monitoramento sobre possível envolvimento em redes de violência urbana vinculadas a estabelecimentos comerciais do setor turístico local.



