A pesquisa Datafolha, encomendada pela e pela TV, registra empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência da República, com 40% e 36% de intenções de voto, respectivamente, no primeiro turno, conforme levantamento realizado entre os dias 22 e 23 de setembro e divulgado em 24 de setembro de 2026. O estudo, registrado no TSE sob o número BR-00304/2026, abrangeu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais em 125 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Contexto Institucional e Metodologia do Levantamento Eleitoral
O levantamento foi conduzido com rigor técnico por amostragem estratificada em 125 municípios brasileiros, representando geograficamente a diversidade populacional nacional, e seguiu protocolo padrão do TSE para garantir a validade estatística dos resultados. A análise demografica revelou divisão quase equilibrada entre gênero — com Lula à frente entre as mulheres (42% contra 33% de Flávio) e o cenário invertido entre os homens (Flávio com 39%, Lula com 37%) —, enquanto na segmentação por idade, os dois candidatos mantiveram proximidade técnica em todas as faixas etárias, com variações marginais que não ultrapassam a margem de erro permitida.
Além dos dois principais candidatos, a pesquisa identificou oscilações relevantes na intenção de voto: Augusto Cury (Avante) com 5%, Ronaldo Caiado (PSD) com 4%, Renan Santos (Missão) com 3%, Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) com 1% cada; os demais candidatos registraram zero %, enquanto brancos, nulos e indecisos somam 7% do total da amostra.
Lula lidera com 40% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro registra 36%, diferença dentro da margem de erro estatística da pesquisa Datafolha.
Repercussão Política e Desdobramentos Imediatos
A proximidade técnica entre os dois candidatos, confirmada pelas análises por gênero, idade e escolaridade, reforça a necessidade de aprofundamento nas estratégias de campanha e na articulação política necessária para o segundo turno. Autoridades eleitorais destacam que o empate técnico não invalida o processo decisório, mas exige transparência na apuração dos votos apurados posteriormente.
O s posicionamentos oficiais ainda não consolidaram apoio unificado entre os partidos aliados dos candidatos, e movimentos sociais já sinalizam mobilização para intensificar debates sobre temas como segurança pública, economia e direitos individuais nos próximos meses.



