A pesquisa BTG Pactual/Nexus, registrada sob o número BR-09028/2026 no TSE e divulgada em 24 de agosto de 2026, aponta empate técnico na intenção de voto para o segundo turno da eleição presidencial entre Lula, do PT, com 46%, e Flávio Bolsonaro, do PL, com 45%, com base em amostra de 2.006 eleitores ouvidos entre 21 e 23 de agosto e margem de erro de dois pontos percentuais.
Contexto Institucional e Evidências da Apuração
A pesquisa foi conduzida por telefone com amostra nacional representativa das 27 unidades da Federação, sob rigoroso controle metodológico que garante nível de confiança de 95% e precisão estatística dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, conforme registrado oficialmente no TSE; o confronto direto entre os dois principais candidatos evidencia uma competitividade histórica, com a vantagem de Lula reduzida para apenas um ponto percentual em relação ao cenário anterior, onde liderava com 47% contra 44% de Flávio Bolsonaro.
Antecedentes políticos e contextos institucionais reforçam a relevância do dado: após meses de intensos embates eleitorais e instabilidade econômica, a proximidade dos números reflete não apenas a polarização do país, mas também a capacidade de mobilização dos eleitores em torno de pautas econômicas e sociais que definem o segundo turno, com Lula mantendo vantagem consistente em demais cenários contra Caiado, Zema e Renan Santos.
O empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro, com apenas um ponto percentual de diferença, evidencia uma disputa extremamente equilibrada para o segundo turno.
Repercussão Política e Desdobramentos Estratégicos
A proximidade dos resultados desencadeou reações imediatas: o presidente Lula destacou a necessidade de unidade nacional e critérios técnicos na definição do pleito final, enquanto Flávio Bolsonaro reiterou sua proposta de modernização econômica e combate à corrupção como pilares de sua campanha, sem menção direta ao empate técnico.
Especialistas apontam que o resultado pressiona os partidos a intensificarem estratégias de base nos estados-chave como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, onde as variações por ponto percentual podem definir a vitória ou derrota.



