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Polícia

MP denuncia vereador e 20 por lavagem de capital do PCC no transporte de SP

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 57 min
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MP denuncia vereador e 20 por lavagem de capital do PCC no transporte de SP
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Ministério Público de São Paulo denunciou o vereador Senival Pereira de Moura (PT) e outras 20 pessoas por envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro do PCC no transporte público paulistano.
  • A Transunião recebeu mais de R$ 300 milhões em recursos públicos apenas em 2025 para operar linhas de ônibus na capital paulista, com investigações que tiveram início em 2020 após o assassinato do ex-presidente Adauto Soares Jorge.
  • A Operação "Última Parada", deflagrada em 25 de julho, prendeu o vereador Senival Moura e o presidente da Transunião, e reuniu provas de um núcleo paralelo responsável por ordenar transferências diretas de valores da concessionária para criminosos ligados à facção.
Resumo Editorial

O MP denuncia o vereador Senival Pereira de Moura e 20 pessoas, incluindo o presidente da Transunião, por esquema estruturado de lavagem de mais de R$ 300 milhões do PCC via concessionária de ônibus.

O Ministério Público de São Paulo formalizou a denúncia contra o vereador Senival Pereira de Moura (PT) e 20 demais acusados, incluindo o presidente da Transunião, Lourival de França Monário, em operação coordenada que revelou um esquema estruturado de lavagem de dinheiro do PCC por meio da concessionária de ônibus, com indícios de movimentação superior a R$ 300 milhões em recursos públicos no exercício de 2025.

Contexto Investigativo e Desdobramentos da O peração Última Parada

A O peração 'Última Parada', deflagrada em 25 de julho pelo MPSP e pela Polícia Civil, resultou na prisão do vereador Senival Moura e do presidente da Transunião, Lourival de França Monário, após a apreensão de documentos e provas que comprovam a existência de um núcleo paralelo responsável por direcionar transferências financeiras da concessionária para criminosos ligados à facção PCC, com indícios de estruturação sistemática desde 2020.

As investigações foram iniciadas após o assassinato do ex-presidente Adauto Soares Jorge, ocorrido em 2020, quando a Transunião passou a ser alvo de suspeitas quanto ao uso irregular dos recursos públicos destinados ao transporte coletivo paulistano.

Ponto de Destaque

Mais de R$ 300 milhões em verbas públicas foram movimentados pela Transunião em 2025 sob suspeita de integrarem esquema de lavagem de capitais do PCC.

Repercussão Institucional e Desafios Jurídicos Futuro

O Ministério Público aguarda a homologação da denúncia pela Justiça Federal para que o processo siga com instrução formal, enquanto a Prefeitura Municipal de São Paulo reforça a fiscalização dos contratos com a Transunião e sinaliza possibilidade de rescisão imediata dos convênios.

Especialistas em direito administrativo apontam que, se condenada, a Transunião poderá enfrentar sanções que incluem perda de habilitação técnica para gerir linhas públicas e multa proporcional ao montante desviado, além da responsabilização criminal dos gestores envolvidos.

Atenção / Ponto Crítico
A denúncia penal pode gerar suspensão administrativa da Transunião e inabilitação técnica para licitar e gerir serviços públicos por até cinco anos.

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