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Polícia

Companheira de líder do Comboio do Cão é presa por lavagem de dinheiro em operação da PCDF

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 02:44
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Companheira de líder do Comboio do Cão é presa por lavagem de dinheiro em operação da PCDF
Fatos Rápidos da Notícia
  • Krislaine Albuquerque Miranda foi presa pela PCDF por suspeita de lavar dinheiro para o Comboio do Cão.
  • A ação cumpriu cinco mandados de prisão preventiva no Distrito Federal e na Paraíba.
  • Bruno Santarém é investigado por homicídio e tentativa de atropelamento contra um delegado.
Resumo Editorial

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou a segunda fase da Operação Fittizia e prendeu preventivamente cinco investigados, incluindo Krislaine Albuquerque Miranda, apontada como operadora financeira da facção Comboio do Cão. A ação também resultou no bloqueio de imóveis e contas bancárias ligadas ao esquema.

Krislaine Albuquerque Miranda, companheira do presidiário Bruno da Silva Santarém Ataídes, conhecido como “Xita”, foi presa preventivamente na quinta-feira (29/10) pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A captura ocorreu durante a segunda fase da Operação Fittizia, deflagrada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco/Decor), com o cumprimento de cinco mandados de prisão preventiva e medidas de estrangulamento patrimonial no Distrito Federal e na Paraíba. A investigação aponta que Krislaine operava financeiramente para o braço mais violento do crime organizado local.

Bruno Santarém é suspeito de envolvimento no homicídio de Wagner Faria de Queiroz, o “Neném”, registrado em 13 de outubro de 2020, na Praça do DI, em Taguatinga. Em janeiro de 2021, durante a Operação Judas, ele tentou atropelar um delegado ao fugir em um Ford Ka branco em Samambaia. Após sua prisão com documento falso, investigadores localizaram empresas abertas com documentação fraudulenta e contas bancárias usadas para mascarar a origem ilícita dos recursos.

Segundo a PCDF, Krislaine disponibilizava suas contas pessoais como “contas de passagem” para transacionar valores originados de tráfico de drogas, extorsões e homicídios. O dinheiro era rapidamente repassado para dispersar a procedência criminosa. A Justiça acatou a denúncia oferecida pela 10ª Promotoria de Justiça Criminal de Taguatinga e decretou a prisão preventiva de 15 investigados apontados como operadores financeiros da facção.

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