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Polícia

Professora exerce violência ao esfregar prova no rosto de aluno e perde o emprego em BH

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 44 min
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Professora exerce violência ao esfregar prova no rosto de aluno e perde o emprego em BH
Fatos Rápidos da Notícia
  • A professora acusada de esfregar uma prova na cara de um estudante foi exonerada de seu cargo e removida do quadro de servidores públicos da rede estadual de ensino em Minas Gerais, conforme informação da SEE/MG
  • A investigação foi formalmente iniciada por meio de um Processo Administrativo Simplificado (PAS) instaurado pela Superintendência Regional de Ensino Metropolitana C após a denúncia registrada em ata escolar pela diretora da Escola Estadual Celmar Botelho Duarte
  • A Polícia Civil de Minas Gerais mantém a investigação em andamento na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente de Belo Horizonte, sob supervisão do inquérito administrativo disciplinar
Resumo Editorial

A professora foi exonerada e proibida de exercer a docência após aplicar violência física ao aluno, conforme apuração da SEE-MG e Polícia Civil.

A professora acusada de aplicar humilhação física durante avaliação ao esfregar uma prova na face de um aluno foi exonerada do cargo e removida do quadro de servidores públicos da rede estadual de ensino em Minas Gerais, após apuração conduzida pela Superintendência Regional de Ensino Metropolitana C e pela Polícia Civil, que mantêm investigação em andamento sob supervisão do inquérito administrativo disciplinar e da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente.

Apuração Administrativa e Início das Investigações O ficiais

A denúncia formal foi registrada em ata escolar pela diretora da Escola Estadual Celmar Botelho Duarte, em Belo Horizonte, após receber a denúncia da mãe do estudante envolvido, que documentou o episódio com base em evidências visuais e relatos testemunhais, acionando os canais internos de controle disciplinar da SEE/MG.

O Processo Administrativo Simplificado (PAS), instaurado pela SRE Metropolitana C e acompanhado pelo Núcleo de Atendimento Educacional (NAE), resultou na dispensação imediata da servidora, que atuava sob regime de contrato, com a determinação de não integrar mais o quadro de servidores públicos, enquanto a Polícia Civil mantém as investigações para apurar os elementos configurais do delito contra a dignidade do menor.

Ponto de Destaque

A SEE/MG confirma que a conduta violou princípios éticos fundamentais do Código de Conduta Profissional e comprometeu a segurança psicológica do estudante.

Repercussão Legal e Desdobramentos Estruturais

A autoridade responsável pela gestão pedagógica da unidade escolar reiterou que a decisão foi baseada em cumprimento rigoroso ao Código de Conduta Ética da categoria docente, com ênfase na proteção integral dos direitos da criança e no dever de zelar pelo ambiente escolar livre de condutas humilhantes.

As próximas etapas incluem a análise das implicações contratuais da rescisão e o acompanhamento psicossocial do aluno por meio do NAE, enquanto a Polícia Civil deve encaminhar conclusões técnicas ao Ministério Público para eventual responsabilização criminal.

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Atenção / Ponto Crítico
A permanência da investigação policial pode acarretar sanções criminais que incluem reclusão, multa ou perda dos direitos políticos, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente.

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