Na manhã de quinta-feira (3/9), a Polícia Federal deflagrou a O peração Carteiro Fantasma, visando apurar o crime de peculato suspeito praticado por um indivíduo que, segundo denúncia dos Correios, usou documentação falsa para se passar por funcionário de empresa terceirizada responsável pela entrega postal.
Apuração e Desdobramentos da O peração Carteiro Fantasma
A investigação, coordenada pela Diretoria de Repressão ao Crime (DRC) da PF, resultou na apreensão de documentos e equipamentos eletrônicos em três endereços residenciais vinculados ao suspeito, localizado no Distrito Federal; os materiais estão sendo submetidos a análise pericial para comprovar a falsidade das credenciais apresentadas e a inexistência de registro de entrega das mercadorias apreendidas.
O caso foi instaurado após formal denúncia institucional dos Correios, que identificaram indícios claros de desvio de correspondência e uso sistemático de identidade falsa por parte do investigado, configurando crime contra o patrimônio público federal e violação aos princípios da transparência administrativa.
Mais de 200 mil itens postais foram identificados como não entregues ou devolvidos indevidamente ao longo do período investigado
Repercussões Institucionais e Medidas Preventivas
A PF comunicou que as apurações seguem com foco na responsabilização criminal do suspeito, com possibilidade de aplicação de sanções penais que prevêem desde multa até prisão de até 12 anos, conforme previsto no artigo 181 do Código Penal.
A estatal dos Correios acionou o Ministério Público Federal para acompanhamento do procedimento e reforçou o compromisso com a adoção de medidas técnicas avançadas de rastreamento e verificação de identidade dos parceiros terceirizados.



