O INCA projeta mais de 78 mil novos casos de câncer de mama por ano no Brasil até 2028, consolidando a doença como principal causa de morbidade oncológica entre as mulheres, enquanto a ANVISA aprova o primeiro medicamento brasileiro para tratamento do câncer de mama avançado, abrindo caminho para terapias mais eficazes e alinhadas às necessidades nutricionais cruciais durante as fases intensas de quimioterapia, radioterapia e cirurgia.
Contexto Institucional e Aprovação Regulatória do Tratamento Inovador
A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) revela que, até 2028, o câncer de mama atingirá mais de 78 mil mulheres anualmente no Brasil, tornando-se o tumor mais frequente no sexo feminino, com diagnóstico precoce sendo fator determinante para sobrevida; nesse cenário, a ANVISA recentemente autorizou o uso do ribociclib em combinação com quimioterapia para o tratamento do câncer de mama metastático, marcando um avanço significativo na terapia oncológica nacional e demandando atenção especial à nutrição como componente essencial do cuidado integral.
Nos últimos anos, o debate sobre a relação entre alimentação e resultados oncológicos tem ganhado relevância científica e clínica, especialmente diante da necessidade de preservar a massa muscular e manter o peso corporal estável durante os regimes terapêuticos agressivos, fatores diretamente correlacionados à tolerância ao tratamento e à eficácia da resposta imunológica.



